Sei Lá Nostra Goia, Cristo!
{[( ... )]}
"O que não existe não é necessariamente uma coisa que não existe, pode ser simplesmente uma coisa com a característica inexistência vinculada a ela"


Links

a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z

{[(...)]}



Buroracias

powered by blogger


{quinta-feira, novembro 11, 2004}

 
Falemos de Liz Phair

Ela gravou dois cds anos atrás, legítimos róque 90. Ela era massa e tosca, e às vezes até fofa, mas quase sempre tosca. Mas não tosca falsa, tipo Courtney Love, tosca sincera, tipo de letras do naipe de "I met him at a party and he told me how to drive him home. He said he liked to do it backwards, I said that's just fine with me, that way we can fuck and watch TV" em músicas ainda pops, e cantadas de boa, não como, perdoem-me a repetição, Courtney Love. E capas de cds assim, que eu achei tosca (mas não no mau sentido).

Eis que no ano passado (ou nesse?) ela, Liz Phair, lança um cd que eu não ouvi, mas cuja 'música de lançamento' é um pop desgraçado daqueles que qualquer um competente o bastante com uma guitarra e vontade de fazer hit faz. E a capa do cd é ela gata como sempre foi (mas mais produzida), com as pernas abertas e uma guitarra.

O caso é que... ela consegue fazer esse tipo de pop numa boa. Ela já deu sua boa contribuição ao mundo do róque alternativo ou indie ou o que quer que seja. Já mandou bem, e de certa forma, como diria uma galera aí, morreu por nós. Então qual o problema do disco pop-ruim? Não vou gostar, mas também não vou xaropar. Tem muita gente por aí que têm todo o direito de fazer merda porque já mandaram bem antes, tá na hora de descansar.

posted by Badá 19:51

0 Comments:

Manifeste-se a respeito

spacer