Sei Lá Nostra Goia, Cristo!
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"O que não existe não é necessariamente uma coisa que não existe, pode ser simplesmente uma coisa com a característica inexistência vinculada a ela"


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Buroracias

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{quinta-feira, maio 31, 2007}

 

Que mais? Quemais!?

Falando em Ein, tem um outdoor do Mackenzie, por aí, com um desenho mal feito do Einstein e uma frase do tipo:
"Seu filho pode ter o mesmo conhecimento."

Sendo que talvez a única frase do Einstein que eu lembro é essa aqui:


Tá vendo, Mackenzie bundão? (A propósito, o Indi provavelmente concordaria com o E, não com o M.)


Que mais? Quemais!?

Talvez a única coisa positiva que eu tenha a dizer sobre o Mackenzie (já que a outra era que não era um colégio religioso - mas eu descobri que o nome completo é Colégio Presbiteriano Mackenzie) é um causo, então, por favor, formato de citação:

Lá pelos idos de... 97, deve ser, eu toquei com outros muleques sem talento (fora o baterista, ele era bom. E o nome dele era Sebba, que nem a loja que acho que não existe mais. E o pai dele tinha um estúdio em casa cheio de parafernálias e pratos esquisitos, que nunca mais vi na vida.)...

Bem, parênteses longos tiram minha concentração.
De novo:
Lá pelos idos de... 97, deve ser, eu toquei com outros muleques sem talento num festivalzinho do Mackenzie, onde cada 'artista' inscrevia uma música própria, tocava, e um júri do colégio escolhia e premiava a melhor. A gente tocou (mal) uma música idiota de quatro acordes e refrão hardcore sobre uma pedra no sapato. A juventude rebelde, claro, se amarrou. Mas quem ganhou foi uma menina, de chapéu, se bem me lembro, cantando e tocando (bem) violão, talvez com um ou outro fulano acompanhando no teclado ou bateria.

Eu vaiei mentalmente enquanto boa parte da porção juvenil da platéia vaiava oralmente (mentalmente porque eu sou modesto, oralmente porque eu não sei se vaia configura "verbal"), porque afinal de contas, se a banda que mais 'empolgou' foi a nossa, obviamente nós éramos melhores.
(Aliás, a empolgação eles reconheceram, e pediram pra gente subir e tocar mais uma; a gente tocou Smells Like Teen Spirit, o vocalista lendo a letra de uma camiseta.)


E daí? E daí que mesmo com memórias não muito claras, eu reconheço que a menina tinha que ter ganho mesmo, e fico feliz do júri ter feito o que devia em vez de querer agradar adolescentes sem noção. E espero que a fulana tenha se sentido incentivada e tenha seguido carreira artística, de sucesso ou não.

E essa história é a única coisa boa que eu tenho a dizer sobre o Mackenzie. Não que tenha alguma aversão particular ao Mackenzie (não que eu não tenha), mas como inúmeros outros colégios dos quais eu nunca ouvi falar, eu não sei nada positivo sobre ele...

...plus, they told me you guys look like dorks!*

E é esquisito que eu não consigo imaginar um festival de colégio onde não tenha umas cinco bandas tocando músicas, digamos, exatamente iguais àquela, mas naquele dia foi só a nossa. Que coisa. Será que fomos precursores de... algo. Deixa pra lá.

* - eu decidi que o mundo seria um lugar melhor se citações de Futurama fossem feitas de vez em quando.


posted by Badá 14:41

2 Comments:

Eu também não tenho nada de bom pra dizer sobre o Mackenzie. Todas as turmas que a gente atendeu no CCBB foram de idiotas que não tavam nem aí com a visita e ainda te olhava com a cara de quem diz: "Você deveria dar graças a deus que eu estou aqui senão você não teria razão para continuar aqui. Seu salário depende de mim".

Como se... Ainda bem que eles não vão mais lá.

By Anonymous Anônimo, at sex. jun. 01, 09:22:00 AM GMT-3  

Hehe
Ontem ouvi uma do Mackenzie de uma monitora tb. Tavam as crianças em fila, daí chegou um ônibus com alunos de uma escola pública. Daí um mackenzie disse: Olha tia, uma escola de pobre
Algo assim, não lembro bem

By Blogger lauramacedo, at qui. jul. 03, 03:24:00 PM GMT-3  

Manifeste-se a respeito

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